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domingo, 29 de setembro de 2013

Curar conflitos familiares

Apresento de seguida afirmações para o relacionamento familiar, criadas por Louise L. Hay
Para usá-las deverá escrever num papel a afirmação que seleccionar de acordo com a situação que quer ver resolvida. De seguida coloque o papel com a afirmação num local bem visível onde possa ler e reler várias vezes ao dia. Por conseguinte, através da repetição, irá reprogramar o seu inconsciente tornando essas afirmações a sua nova realidade.
Mesmo que lhe parece impossível e não tenha muita fé, insista!
  • Abençoo minha família com amor.
  • Permito aos outros serem eles mesmos.
  • Tomo minha próprias decisões.
  • Todos os meus relacionamentos estão envoltos em um circulo de amor.
  • Tenho o poder de realizar mudanças.
  • Liberto todas as velhas feridas e perdoo a mim mesmo.
  • Liberto-me de minhas limitações de família e acordo para a harmonia divina.
  • Todos os meus relacionamentos são harmoniosos.
  • Tenho compaixão pela infância de meus pais.
  • Liberto-me de toda a crítica.
Todos nós temos padrões familiares e é fácil culparmos os nossos pais, a nossa infância ou o nosso ambiente pela condição presente nas nossas vidas.
Se queremos ser aceites como somos, precisamos estar prontos para aceitar os outros da forma que são. Sempre queremos que os nossos pais nos aceitem totalmente, e com muita frequência não temos vontade de aceitá-los como eles são. A aceitação é dar a nós mesmos e aos outros a liberdade de apenas ser. É arrogante determinar padrões para os outros. Podemos apenas estabelecer padrões para nós mesmos.

Louise L. Hay
 
Beijinhos 

ISA

domingo, 2 de junho de 2013

Amor entre Almas

Não se busca, não se exige, não se decreta...
Simplesmente, acontece...
chega quando menos se espera
assim é o Amor entre Almas...

É uma doação, sincera, fiel
dedicada, doce, suave, prazerosa, acalenta,emociona...
Não importando o que aconteça,

Amor entre Almas...
É uma procura que chega ao fim
no sublime ato do reencontro

momentos enamorados ontem, tão venerados,
vivenciados hoje...
É assim o Amor entre Almas...

Amor de almas
Não é só desejo e sexo
É sentir a presença do ser amado
Dentro do coração
É estar constantemente ao seu lado
É necessitar um do outro como a abelha
Precisa da flor...

Amor entre Almas...
É tão intenso, tão sentido por nós,
permanecerá eternamente em nossas vidas...


Rubia Novakoski
 
A todos que acreditam no amor e apenas querem sentir sem o julgar, rotular e avaliar...
 
 
Beijinhos apaixonados!
 
Isa do blogue Viver os Sonhos3

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Corações unidos!

Quando duas pessoas se harmonizam, embora talvez separadas fisicamente, seus corações continuam unidos. As pessoas podem ficar afastadas por diversos tipos de obstáculos que as façam chorar, mas quando permanecem verdadeiras no espírito nada pode realmente separá-las.
Depois que vivenciam a dificuldade da separação, são capazes de valorizar a verdadeira alegria da união.

I Ching - o livro das mutações

Dá que pensar...

Beijinhos harmoniosos

Isa do blogue viverossonhos3

quinta-feira, 21 de março de 2013

Sentir com a Alma!

"Viver uma experiência amorosa é um dos maiores prazeres da vida. Gostar é sentir com a alma, mas expressar os sentimentos depende das ideias de cada um. Condicionamos o amor às nossas necessidades neuróticas e acabamos com ele. Vivemos uma vida tentando fazer com que os outros se responsabilizem pelas nossas necessidades enquanto nós nos abandonamos irresponsavelmente. Queremos ser amados e não nos amamos, queremos ser compreendidos e não nos compreendemos, queremos o apoio dos outros e damos o nosso a eles. Quando nos abandonamos, queremos achar alguém que venha preencher o buraco que nós cavamos. A insatisfação, o vazio interior se transformam na busca contínua de novos relacionamentos, cujos resultados frustrantes se repetirão. Cada um é o único responsável pelas próprias necessidades. Só quem se ama pode encontrar em sua vida  um Amor de Verdade!"

Luiz Gasparetto

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O teu olhar no meu!


Uma sensação muito estranha, algo difícil de explicar… como se um anjo... Acariciara-me a alma… e o meu coração quisera voar… De repente, uma invasão de silêncio… como se os pássaros deixassem de cantar, o vento que revolvia meu cabelo, por um instante, deixou de soprar… Na verdade não tinha muito claro se estava A SONHAR, ou se era realidade… que tempo durou o feitiço… um segundo… ou uma eternidade? Só sei que alucinaram os meus sentidos, no dia que os meus olhos, conheceram o teu olhar… 

Juan Andrés Leiwir

É sempre tempo de celebrar e abençoar um amor entre duas pessoas, um amor, puro, verdadeiro, livre, que se quer pela eternidade.
Este poema é para dedicar a quem ama!

Beijinhos sonhadores!
Isa 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Amar em tempo de crise!




Falamos muito de amor.
Apesar das nossas singularidades, temos pelo menos esse desejo em comum: queremos amar e ser amados.
Amados, de preferência, com o requinte da incondicionalidade.
Na celebração das nossas conquistas e na constatação dos nossos fracassos.
No apogeu do nosso vigor e no tempo do nosso abatimento.
No momento da nossa alegria e no alvorecer da nossa dor.
Na prática das nossas virtudes e no embaraço das nossas falhas.
Mas não é preciso viver muito para percebermos nos nossos gestos e nos alheios que não é assim que costuma acontecer.

Temos facilidade para amar o outro nos seus tempos de harmonia. Quando realiza. Quando progride. Quando sua vida está organizada e seu coração está contente. Quando não há inabilidade alguma na nossa relação. Quando ele não nos desconcerta. Quando não denuncia a nossa própria limitação. A nossa própria confusão. A nossa própria dor.

Fácil amar o outro aparentemente pronto. Aparentemente inteiro. Aparentemente estável. Que quando sofre não faz ruído algum.

Fácil amar aqueles que parecem ter criado, ao longo da vida, um tipo de máscara que lhes permite ter a mesma cara quando o time ganha e quando o cachorro morre.

Fácil amar quem não demonstra experimentar aqueles sentimentos que parecem politicamente incorretos nos outros, embora costumem ser justificáveis em nós.

Fácil amar quando somos ouvidos mais do que nos permitimos ouvir.


É fácil amar aqueles que vivem noites terríveis, mas na manhã seguinte se apresentam sem olheiras, a maquilhagem perfeita, a barba atualizada.

É fácil amar o outro na mesa de bar, quando a conversa é leve, e o riso é constante. Nos cafés, após o cinema, quando se pode filosofar sobre o enredo e as personagens com fluência, um bom cappuccino e pão com queijo quentinho. Nos corredores dos shoppings, quando se divide os novos sonhos de consumo, imediato ou futuro.

É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nos encontros eróticos, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.

Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se considera uma vitima. E perde o charme. O prazo. A identidade. E fala o tempo todo do seu drama com a mesma mágoa.

Difícil é amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja.

Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando até a própria alma parece haver se retirado.

Difícil é amar quando já não encontramos motivos que justifiquem o nosso amor, acostumados que estamos a achar que o amor precisa estar sempre acompanhado de explicação.

Difícil amar quando parece existir somente apesar de. Quando a dor do outro é tão intensa que não sabemos o que fazer para o ajudar. Quando a sombra se revela e a noite se apresenta muito longa. Quando o frio é tão medonho que nem os prazeres mais legítimos oferecem algum calor. Quando ele parece ter desistido principalmente dele próprio.

Difícil é amar quando o outro nos inquieta. Quando os seus medos denunciam os nossos e põem em risco o propósito que muitas vezes alimentamos de não demonstrar fragilidade. Quando a exibição das suas dores expõe, de alguma forma, também as nossas, as conhecidas e as anónimas. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, para caminhar ao seu encontro.

Difícil é amar quando o outro repete o filme incontáveis vezes e a gente não aguenta mais a trilha sonora. Quando se enreda nos vícios da forma mais grosseira e caminha pela vida como uma estrela doída que ignora o próprio brilho. Quando se tranca na própria tristeza com o aparente conforto de quem passa um feriado à beira-mar. Quando sua autoestima chega a um nível tão lastimável que, com subtileza ou não, afasta as pessoas que acreditam nele. Quando parece que nós também estamos incluídos nesse grupo.

Difícil é amar quem não se ama mais. Mas esse talvez seja o tempo em que o outro mais precise se sentir amado.

Para entender, basta abrirmos os olhos para dentro e lembrar das fases em que, por mais que quiséssemos, também não conseguíamos nos amar. A empatia pode ser uma grande aliada do amor."

ANA JÁCOMO