terça-feira, 24 de julho de 2012

Reconhecer as dimensões # 1 Você é um ser multidimensional

Você é, no momento, um ser interdimensional.
Esta qualidade é especial... Todavia pode trazer uma certa confusão inicialmente.
Como um ser interdimensional, você passa a transitar entre a 3ª e a 5ª Dimensões. À medida que transita, passa também a conviver com este “duplo” ambiente simultaneamente.
Como sabe, o Grande Salto para a 5ª. Dimensão já aconteceu no Agora contínuo. É só uma questão de você lembrá-lo pouco a pouco. Quanto mais permanecer desperto enquanto sonha, mais próximo estará de alcançá-lo. É onde estou, esperando amorosamente por Você. Mas... lembre-se do vai-e-vem de Deus... Eu já Existo sem existir ainda... por isso espero amorosamente por você.
Talvez fique mais fácil para uma consciência tridimensional compreender esta passagem, com a seguinte imagem:
Como já disse, quando se captura o movimento da Existência ao Nada, parece que o tempo transcorre de trás para diante. Isto é só uma aparência porque não é possível desmembrar o vai-e-vem de Deus. Mas, para o seu tempo tridimensional representaria dizer que, neste momento especial, você vai tomando consciência de que suas partículas despertas, que estão também em trânsito, rumam no sentido do passado ao presente, enquanto o que Eu Sou multidimensional vem no sentido do futuro ao presente. Na fusão, ambos se encontrarão e se encontraram no Agora. Digo desta maneira porque o tempo tridimensional não existe, senão para o seu sonho. Então, no vai-e-vem de Deus, ambos apenas se confirmam e reconhecem. Tanto suas partículas despertas, quanto o que Eu Sou.
Já que Você é o que Eu Sou, aprende agora que tudo é uma questão de lembrar. Um exemplo disto é sua velha saudade. Lembra quando entrava naquele estado melancólico dentro do seu sonho... e sentia uma saudade inexplicável? Era saudade do futuro, meu Querido! Melhor dizendo, era saudade do Agora, onde o tempo tridimensional não existe, e Você É o que Eu Sou! Expressão da Matemática Divina.
(continua...)
Adriana Casanova, Manual para um Monólogo Amoroso