terça-feira, 29 de maio de 2012

Qual a utilidade dos sonhos?

Bem-vindo ao deserto do real! 





















Se lhe perguntar com o que sonhou ontem, a resposta mais provável seria, que não se lembra ou simplesmente não sonhou, mas o olhar sobre os sonhos torna-se um poderoso instrumento de autoconhecimento.
 

A ciência comprova que quer se lembre ou não, os sonhos povoam a sua mente cada vez que atinge um ponto de sono profundo. É o chamado estado REM (Rapid Eye Moviments), que experimentamos em média cinco vezes por noite. A partir de exames neurológicos, pode-se perceber uma intensa atividade cerebral durante esse momento – curiosamente, “acendem-se” áreas pouco usadas durante a vigília.




Porém, um mistério não é explicado. Como é feita a seleção das imagens enquanto sonhamos?

 

A tentativa de desvendar esse mistério, é um dos pilares da Psicologia Analítica. Segundo o psiquiatra Jung, os sonhos são fotografias fiéis do dinamismo psíquico, isto é, permitem-nos ter uma perceção clara dos afetos que integram a nossa mente, dos complexos que nos condicionam e ainda as estruturas que necessitam evoluir.