sábado, 2 de junho de 2012

Sonho profético II


Fim do Mundo como o conhecemos… Início de outro…  

(21-05-2012, 7h30m) 

Sonhei/vivi momentos de catástrofe. Não sei bem como classificar este sonho com as palavras que conheço. Mas, era ao mesmo tempo de MORTE/RENASCIMENTO, FIM/INICIO, ESCURIDÃO/ LUZ.
 Vou registar o que me lembro, pois cada segundo que passa as ideias, imagens apagam-se à velocidade da luz.
O sonho começou por me mostrar o quotidiano de pessoas que conheço e outras que desconheço totalmente.
A minha amiga Sílvia preparava-se para ir com o filho Dinis ao cabeleireiro para lhe cortar o cabelo. Devem adiar. Não é a melhor situação para ele.
A minha amiga Margarida foi com os filhos ao parque infantil. Deverá estar muito atenta pois algo de desagradável vai acontecer…
Desemprego, desemprego…. Praticamente todas as famílias têm parentes próximos ou afastados no desemprego que vivem momentos de desespero e bloqueio total. Mudança de cargos e funções no governo para contornar a revolta social que cresce conforme os despedimentos e os protestos face às opções políticas incorretas e injustas.  

 
A 3ª Profecia Maia 















Problemas nas estradas: estradas cortadas, dificuldade ou até mesmo impossibilidade total de regressar a casa – situação comum a milhares de famílias.
Eu conseguia deslocar-me usando uma bicicleta, mas apenas alguns quilómetros e voltava sempre para um café, junto de uma escola, que estava cheio de pessoas, onde existia um barulho insuportável, mas não era seguro as pessoas saírem de lá. 

Uma empregada da escola veio dar conhecimento da existência de uma sala de descanso para os mais necessitados. Eu estava exausta e o meu marido insistia para eu ir descansar um pouco enquanto ele ficava no café a ouvir as notícias, à minha espera. Não sei bem o que aconteceu aos meus filhos, mas sei que estavam num lugar seguro. Os telemóveis já não funcionavam e a TV já estava a dar mal, e em alguns sítios já não dava nada. A luz falhava constantemente.
Ninguém podia sair do café para a rua mais do que alguns metros sem ver cenas horríveis ou até mesmo morrer. A TV informava que em alguns sítios as condições atmosféricas eram de tal forma péssimas que levava milhares de pessoas ao suicido, ou a morrer lentamente.

Chuvas intensas, nuvens escuras donde “saiam” gases, sons de gritos e tremores de terras pouco intensos eram uma constante. O tempo alternava com chuva intensa, libertação de gases e pedras que caíam do céu e uns minutos de sol e céu azul ou pouco nublado. Quando tudo parecia terminar eis que voltava o cenário irreconhecível da mente humana.

 
O desespero, medo e terror estava estampado no rosto das pessoas. Poucas mantinham a serenidade, a tranquilidade suficientes para acalmar a todos. Agiam como se soubessem que tudo iria acontecer e conheciam o fim de toda esta situação.
Saí de bicicleta com uma pessoa que não me lembro quem era. Vi cenários surreais, impensáveis ao ser humano e a toda a História da Humanidade que se tem conhecimento.
As pessoas com doenças ou que tinham sido vítimas de acidentes graves caíam e morriam em formato “sufocadas”.
Havia corpos por todo o lado, a chuva, a lama e as pedras enrolavam e arrastavam os corpos de mortos e vivos. Era como uma lixeira humana. Entrei numa gruta, pois vi pessoas a serem arrastadas para lá e quis ajudá-los. O que vi foi terrificador. Todos estavam vivos, eram cerca de 25 a 30 pessoas. Foram-se agrupando em dois círculos e a água subia, subia para dentro da gruta até que atingiu o pescoço de todos os que lá estavam. Aí libertou-se um gás e todos abriram a boca, respiraram e morreram. Ficaram a boiar de boca aberta. Eu via tudo. Mas, a mim nada acontecia. Eu não me via com corpo, mas estava lá. Passado cerca de 3 horas as pessoas mortas foram abanadas “acordaram” e quando começaram a gritar de alegria por estarem vivos, transformaram-se em pontos de luz.
Foi simplesmente incrível. Saí dali acompanhada de imensa luz e vi essa luz agrupar-se e transformar-se num raio de luz azul.   
E os corpos, o que aconteceu? Perguntava-me eu incrédula.
Somos afinal seres de luz! Tenho que avisar todos que não se entreguem ao medo, pois aquele grupo de pessoas foi corajoso e transformou-se em luz.
 

No regresso ao café assisti a um cenário incompreensível à mente humana. Pessoas a caminhar, e a sofrer, sem um braço, sem uma orelha, a sangrarem, sem pernas, completamente mutiladas num desespero louco de dor e sofrimento psicológico. Eis que uma delas quando se acabara de levantar é trespassada por uma espécie de carruagem. Caída completamente no chão, olhei e nem tempo tive para pensar fosse o que fosse e esse “corpo” transformou-se num ponto de luz. 
 
 

Eu vi, e centenas de pessoas viram também.
Muitos começaram a suicidar-se. Subiam alto, alto e atiravam-se ao chão, e antes que chegassem ao chão eram luz com vida, luz intensa. Quase sempre a forma da luz era um círculo de luz que aumentava, diminuía ou ganhava uma forma.
 
 

Vi milhares de pessoas a deitarem-se nos rios, nas águas e a afogarem-se. Esperavam que a pessoa anterior se afogasse para se colocarem em cima do cadáver, esperar pela água e afogarem-se também. Isto foi sempre num movimento que parecia infinito. Vi depois o corpo energético a abandonar os cadáveres e a transformarem-se em luz. Mas, alguns descobriram que se permanecessem em baixo (junto ao solo, onde a energia era mias densa) enquanto luz até ao máximo de 2 dias, tornavam-se novamente pessoas sem doenças, mazelas, deficiências, sem qualquer tipo de sofrimento…
  
Com essa descoberta os suicídios em massa aconteceram aos milhões. Era uns a suicidarem-se e outros e outros a “renascer da luz”, como luzes que se acendem e apagam – morte e renascimento.

Alguns renasciam, matavam-se e renasciam novamente no mesmo dia, como se de um jogo se tratasse.
Comecei a ficar perplexa com a atitude das pessoas. Pois se encontraram a solução e a ajuda divina para o seu sofrimento, porque insistiam em permanecer com aquelas atitudes de morte/vida, morte/vida? 
O que aprendiam com isso? Parecia um jogo macabro.
No céu, na terra, na água, existia os mortos vivos, os seres de luz, os cadáveres… 


 A determinada altura eu já estava com outros seres para avisar a Humanidade que o período para a Mudança tinha terminado, assim como a capacidade de transmutação rápida do corpo para a luz. Era necessário avisá-los para não brincarem mais com aquele “dom” e permanecerem na luz. 


Mas, não conseguimos ajudar o quanto queríamos; ondas gigantes de água, tão grandes que não se via o céu, tão grandes que ultrapassavam e engoliam as maiores montanhas do mundo, chegaram e cobriram a terra, tornando-a num gigante lago azul. Eu subi ao cimo das ondas sem ter corpo, só consciência e vi o sofrimento de muitos. Ajudei os que me ouviram dizer para permanecerem na luz e com isso a alcançar a eternidade. 

 
No final estava cansada, muito cansada…
 
Observações: Sei que sonhei muitos mais pormenores mas não me lembro com rigor por isso não os mencionei. Foi necessário escrever todo este texto a uma velocidade incrível. Por vezes, deixei mesmo de esclarecer e aprofundar algumas situações, pois pensar que me lembraria e poderia fazê-lo mais tarde, o que não se verificou. Isto porque sentia um ímpeto muito forte para passar para a descrição de outras situações que queriam escapar da minha consciência.
 
 I.M.